Brasil tem potencial para ser nação líder em energia solar

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A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) afirma que o Brasil tem a oportunidade de se tornar uma nação líder em energia fotovoltaica, isso pelo fato do país ser um dos mais ensolarados e por ter um tamanho continental que amplia as oportunidades. Dados da entidade mostram que o Brasil estava, em 2019, no 16º lugar do ranking mundial, e que em janeiro do ano anterior o país atingiu seu primeiro gigawatt (GW) de capacidade instalada.

Em pronunciamento nacional no dia 28 de junho, o Ministro de Minas e Energia, Almirante Bento Albuquerque, afirmou que “foi reduzido a dependência das usinas hidrelétricas de 85% para 61%, com a expansão das usinas de fontes limpas e renováveis, como eólica, solar e biomassa, além de termelétricas a gás natural e nucleares”, porém o Brasil enfrenta a maior crise hídrica dos últimos 91 anos, que atinge fortemente as hidrelétricas.

A QPro Innovations, por exemplo, opera 100% com energia renovável através de painéis solares. Isso faz com que as operações da QPro causem menos impacto ambiental apenas com essa ação. Nos últimos 12 meses poupou 475 árvores, 15 toneladas de CO².

“Incentivar o desenvolvimento e difusão de tecnologias ambientalmente amigáveis” é o nono princípio do Pacto Global, iniciativa da ONU (Organização das Nações Unidas) para estimular empresas a adotar políticas de responsabilidade social, corporativa e sustentabilidade. São ações que aumentam ainda mais o impacto transformador da indústria 4.0.

Mesmo diante de um cenário favorável, o Brasil ainda precisa realizar ações mais assertivas de estímulo ao uso de energia renovável de baixo impacto ambiental. No dia 8 de junho de 2021 houve uma manifestação, organizada por lideranças do setor, a favor do movimento “Brasil, diga SIM à Energia Solar”.

Ocorrida na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), os manifestantes pediram a aprovação do Marco Legal da Geração Própria de Energia Solar e outras fontes. O Projeto de Lei 5.829/2019, que aborda a chamada “Geração Distribuída”, foi apresentado em novembro de 2019, mas ficou parado por consequência da pandemia de coronavírus. O PL propõe que os consumidores devem ter autonomia para gerar sua própria fonte de energia elétrica, limpa e renovável, sem que sejam cobradas taxas extras por isso.

Dados da ABSOLAR calculam que, com a aprovação da Lei, serão gerados cerca de 1 milhão de empregos até 2050 e economia de R$ 175 bilhões na conta de energia de todos os consumidores, além de ser fundamental para evitar altas da energia elétrica e riscos de apagões devido à escassez hídrica.

Fatores potencializadores

A utilização de energia solar pode reduzir até 95% a conta de luz, porém sua instalação ainda é restrita àqueles que possuem renda mais alta para arcar com os custos. E algumas ações, que envolvem desde o poder público ao setor privado, podem estimular o crescimento saudável.

  • Isenção de taxas pela geração doméstica de energia renovável;
  • Desenvolvimento de produtos mais simples e nacionais;
  • Cursos de capacitação para gerar mais mão de obra especializada;
  • Redução de impostos em produtos voltados à geração de energia limpa e renovável;
  • Financiamento com taxas menores.

Estes são alguns fatores que podem tornar a projeção da ABSOLAR realidade: Brasil como nação líder em geração de energia solar. Atualmente o setor solar corresponde a 1,7% de toda a matriz energética brasileira e o país pode gerar muito mais.


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